domingo, 7 de abril de 2013

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES EM TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS




Reflexões sobre o texto 'a INCLUSÃO E Seus Sentidos: Entre Edifícios e Tendas” de Claudio Roberto Baptista


 O que se vê no contexto atual  é o anseio de uma escola que acolha a todos, que seja inclusiva e integradora, onde todos possam aprender uns com os outros. Por isso a alusão a edifícios e tendas como metáforas para definir a escola que temos e a que queremos construir é  precisa.
Ou seja, a  escola precisa deixar de ser edifício (rígida, fechada, tradicional, limitada e limitante) para se transformar em tenda (ampla, arejada, acolhedora, que muda e se transforma conforme a necessidade acolhendo a todos de igual maneira).
 Para construir  essa escola duas características aos professores são essenciais: compromisso e flexibilidade. Compromisso com o ato de aprender/ensinar; flexibilidade para saber aceitar esse novo aluno com limitações, mas capaz de desenvolver habilidades.  
Compromisso e flexibilidade vão fortalecer a relação Educação X Diferença, minimizando as dificuldades que são muitas, e que devem ser enfrentadas pelo planejamento e estudo. O professor deve estar atento, habilitar-se, perceber o outro e a si próprio para que possa integrar o aluno com deficiência no processo de aprendizagem, valorizando-o como sujeito capaz de fazer interferências no mundo. A escola precisa transformar-se para “favorecer a educação de todos” com “garantia de qualidade”
Aliado a isso há a necessidade de investimentos múltiplos  pelo poder público para viabilizar o acesso e a permanência do aluno de inclusão.
 Incluir o aluno com deficiência não é barato, mas já acontece em algumas cidades do Brasil, nas quais  já há uma rede de apoio sendo consolidada  para auxiliar os professores no atendimento a esses alunos. Psicopedagogos, professores de sala de recursos, assistentes sociais, psicólogas e atendimentos médicos diversos são disponibilizados aos alunos de inclusão.
O mais importante é a vontade de todos em respeitar o direito que essas crianças têm de conviver na diversidade, aprender e ensinar, desenvolver suas habilidades e enfim inserir-se na sociedade como sujeito ativo.

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