quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Celular na sala de aula? Pode!

       O celular é o aparelho mais usado pelos jovens, adolescentes e por boa parte das crianças. É o companheiro para todas as horas: despertador,  agenda, acesso rápido à internet, álbum de fotografias, armazenador de músicas e vídeos.  Nele eles encontram, informação, diversão e aprendem, mas como ferramenta pedagógica ainda é pouco explorado.
     Em geral, as escolas proíbem o uso do celular, ratificando a lei já existente e servindo-se dela para fazer valer a norma de não utilizar celular no ambiente escolar.
    Os aparelhos, porém apresentam cada vez mais novidades que podem e devem auxiliar a aprendizagem e alguns professores já começaram a solicitar o aparelho para desenvolver atividades em sala de aula, enfrentando para isso a resistência de setores mais tradicionais dos meios educativos.
    O que se vê dessas práticas são resultados positivos, pois além de educar o aluno para o uso correto do celular, motiva-se o mesmo na busca de conhecimento e novas formas de usar o tão precioso e querido objeto. O celular passa a ter uma utilidade a mais como ferramenta pedagógica não só para pesquisa e acesso à internet, mas como meio de autoria, criação, exercício da criatividade e do conhecimento, construção da autonomia; usando o celular o aluno pode criar textos, vídeos, fazer imagens, enfim, produzir.
    Outro fator que facilita o uso dessa tecnologia em sala de aula é o acesso, pois é uma tecnologia presente na maioria dos lares, mesmo dos mais desfavorecidos economicamente.
    Cabe a cada diretor, coordenador pedagógico e professor orientar seus alunos, fazer combinações que favoreçam o melhor uso possível do celular como forma de comunicação.
    Proibir é estar na contramão da evolução tecnológica.  É necessário o meio-termo, a percepção dos benefícios que podem ser alcançados tanto pelos alunos, na aprendizagem, quanto pelos professores na dinamização de suas aulas.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

domingo, 28 de abril de 2013

Voz me

Ouça  o áudio da música Magnífico do U2


http://vozme.com/speech/pt-ml/25/25dc063fa5712a2f94d62e759ed84196.mp3

                             
   O magnífico - U2

Eu vou!
Eu creio em uma celebração
Eu creio que nós podemos ser livres.
Eu creio que você pode soltar estas cadeias
Eu creio que você pode dançar comigo, dance comigo.
Trema! Trema!
Trema! Trema!

Eu creio na Terceira guerra mundial
Eu creio na bomba atômica.
Eu creio no poder-que-seja
Mas eles não me dominarão.

E você pode ir lá também,
E você pode ir, vá, vá, vá!
Trema! Trema!
Trema! Trema!

E nós não temos o tempo
E tudo vai em volta e em volta
E nós não temos tempo
Para assistir o mundo ir e se cai abaixo.
Eu creio nos sinos de igreja de Cristo
Soando para esta terra.
Eu creio nas celas de Mountjoy
Há um homem honrado.

E você pode ir lá também, etc.

Eu creio nos muros de Jericó
Eu creio que eles estão vindo abaixo.
Eu creio nas crianças desta cidade
Eu creio no som da trombeta.

E você pode ir lá também, etc.
Fuente: musica.com
Letra añadida por Vittorio

domingo, 7 de abril de 2013

VIDEO

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES EM TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS




Reflexões sobre o texto 'a INCLUSÃO E Seus Sentidos: Entre Edifícios e Tendas” de Claudio Roberto Baptista


 O que se vê no contexto atual  é o anseio de uma escola que acolha a todos, que seja inclusiva e integradora, onde todos possam aprender uns com os outros. Por isso a alusão a edifícios e tendas como metáforas para definir a escola que temos e a que queremos construir é  precisa.
Ou seja, a  escola precisa deixar de ser edifício (rígida, fechada, tradicional, limitada e limitante) para se transformar em tenda (ampla, arejada, acolhedora, que muda e se transforma conforme a necessidade acolhendo a todos de igual maneira).
 Para construir  essa escola duas características aos professores são essenciais: compromisso e flexibilidade. Compromisso com o ato de aprender/ensinar; flexibilidade para saber aceitar esse novo aluno com limitações, mas capaz de desenvolver habilidades.  
Compromisso e flexibilidade vão fortalecer a relação Educação X Diferença, minimizando as dificuldades que são muitas, e que devem ser enfrentadas pelo planejamento e estudo. O professor deve estar atento, habilitar-se, perceber o outro e a si próprio para que possa integrar o aluno com deficiência no processo de aprendizagem, valorizando-o como sujeito capaz de fazer interferências no mundo. A escola precisa transformar-se para “favorecer a educação de todos” com “garantia de qualidade”
Aliado a isso há a necessidade de investimentos múltiplos  pelo poder público para viabilizar o acesso e a permanência do aluno de inclusão.
 Incluir o aluno com deficiência não é barato, mas já acontece em algumas cidades do Brasil, nas quais  já há uma rede de apoio sendo consolidada  para auxiliar os professores no atendimento a esses alunos. Psicopedagogos, professores de sala de recursos, assistentes sociais, psicólogas e atendimentos médicos diversos são disponibilizados aos alunos de inclusão.
O mais importante é a vontade de todos em respeitar o direito que essas crianças têm de conviver na diversidade, aprender e ensinar, desenvolver suas habilidades e enfim inserir-se na sociedade como sujeito ativo.

quarta-feira, 6 de março de 2013

NAVEGAÇÃO NA INTERNET - relato de experiência


 Navegação na Internet
Navegar nos portais do Professor e Domínio Público é fácil. As informações estão bem organizadas e são de fácil acesso. A dificuldade maior é a velocidade da internet que deixa muito a desejar.
Busquei videos a respeito de Dom Quixote e não me foi difícil localizá-los e pude constatar que já os tinha visto no Yotube  e em alguns blogs.
O tema foi sendo ampliado à medida que surgiam novas referências de sites e blogs que poderiam ser acessados.
Navegar na internet é isso: você sabe quando começa, mas quando acaba só a tendinite pra determinar. Os dedos e a mão começam a doer e aí se vê que já tem quase uma hora que se está no click daqui e no clik dali!
Encontrei uma proposta de aula bem original que usa o texto de Dom Quixote e uma música do Engenheiros do Hawai que certamente levarei para a aula nos próximos dias. Minha ideia inicial de buscar um video foi ampliada o que certamente deixará o trabalho mais dinâmico e interessante para os alunos.
Apesar disso, ás vezes, navegar na internet pode ser um trabalho improdutivo quando não se conhece os caminhos, os melhores sites, onde encontrar as informações que se quer de forma objetiva e rápida e que sejam de fonte segura, sem enganos, nem erros, baseadas em documentos ou em especialistas e "entendidos" no assunto.
Por outro lado, ficar assim "vagando" nesse mar de informações nos leva a fazer descobertas, apreender e aprender conhecimentos diferentes daqueles que já dominamos.
 Enfim em tempos atuais "navegar é preciso", pois é no mar da Internet que nos encontramos de uma forma ou de outra, é ali que está armazenada a história da humanidade, a nossa história.
                                                aprovo  Prof.ª Marli Alves Godoi 

PROFESSOR - ETERNO APRENDIZ



                                           Professor:  eterno aprendiz

                    “Viver e não ter a vergonha de ser um eterno aprendiz”. Os versos da música de Gonzaguinha resumem bem  uma premissa para  que o ser humano se realize e sinta-se valorizado em todos os segmentos sociais e profissionais, mas, sobretudo na educação, essa premissa se faz imprescindível.
                     A escola, síntese e reflexo permanente da sociedade, vem convivendo com as mudanças e novas exigências do aprender-ensinar-aprender, dependendo  da disposição de seus professores em absorver, entender e querer participar desses novos processos na educação. O professor-aprendiz é, portanto, a figura chave na educação moderna.
                     A questão é que a função do professor mudou: ele não é mais o personagem principal na transmissão de informações ou na educação das crianças e jovens. O “mestre” agora é coadjuvante e como tal tem que ter bem claro sua função de mediador, de provocador, de estimulador da curiosidade juvenil. Função essa de que os professores, em sua maioria, estão conscientes, sabendo de seus limites e da necessidade constante de atualizar-se e aprimorar seus conhecimentos para desempenhar melhor seu papel de educador.

                    Essa clareza, no entanto, não é alcançada por alguns que ainda estão presos à ideia de uma escola que tem o poder de transmitir conhecimento, que detém as informações e se colocam como meros transmissores, comprometendo assim a atuação da escola como fonte de instrumentalização e de formação crítica. Nesse aspecto há muito ainda a ser construído e modificado nas práticas docentes que não atendem mais as necessidades da educação dita transformadora e emancipadora.
                  É certo que nas últimas décadas o papel da escola mudou profundamente, pois a mesma passou a ser referência para outras demandas sociais que não se desvinculam da educação do indivíduo, como por exemplo a saúde mental, os problemas familiares, o aumento do consumo de drogas, a violência em geral, mas que inicialmente não deveriam ser tratados na escola por professores que não estão preparados para essas funções. Se a escola é um lugar para tratar o indivíduo de forma integral, nela devem estar presentes todos os tipos de profissionais: psicólogos, médicos, enfermeiros, especialistas de todas as áreas...
              Diante disso como se sente o professor? Confuso, angustiado, desgostoso com sua prática criticada a todo momento por pessoas e entidades que muitas vezes desconhecem a realidade das escolas e tiram suas conclusões apenas na análise de números; que falam de uma educação emancipadora, mas propõem testes avaliativos que desconsideram as novas premissas educacionais, pois repetem modelos antigos; por outro lado, o professor é entusiasmado quando vê que seu trabalho é tão importante para aqueles que estão em situações de risco e abandono social, quando percebe quantas vidas a escola transformou para melhor.
               Por isso o professor mais do que qualquer um precisa ser “um eterno aprendiz”, comprometido na busca da atualização, com mente aberta para o novo, sem medo de mudar, de aprender a lidar com as novas ferramentas da educação e de usá-las como forma de instrumentalizar o aluno como leitor e pensador, capaz de compreender e agir sobre sua realidade, analisando as informações que recebe, transformando-as em conhecimento que será, certamente, transmitido a outros. Assim o professor terá cumprido o seu papel e poderá, como o poeta, cantar “ a beleza de ser um eterno aprendiz” e ver como a vida “é bonita”, afinal “somos nós que fazemos a vida, como der ou puder ou quiser”!