domingo, 30 de março de 2008

Onipresente




No princípio era a escuridão, o nada!
Mas Ela já espiava o universo.
Depois vieram Evas, Adãos, maçãs, serpentes
E ela presente, inerente.
O mundo povado, Torre de Babel,
Babilônia, Jardins, Odisséias, liras, incêndios
E ela!
O humano, às vezes, a esquece,
Guerra das Rosas, Rosas de Hiroshima,
Nagásaki rasgada,
Lágrimas, suor, sangue, dor, fome,
Ela se fortalece!
Fortaleza do homem.
Permanece, conquista, emociona,
Revela o humano: saudades, amores, ternuras, alegrias...
Desvela, desnuda.
Diante dela a sensibilidade, o olhar crítico.
O homem na lua: Ela
O menino de olhos curiosos:Ela
A menina no balanço: Ela
Os velhos nos bancos das praças: Ela
Os acordes de blues: Ela
Os campos floridos: Ela
O cheiro das manhãs: Ela
A criança, o choro, o abandono, o grito: Ela
A todo momento, em todos os lugares,
Ela, a síntese do belo, do humano, do universo
Ela, a poesia,
Constante, instigante, onipresente.

2 comentários:

Quintas-séries disse...

é xique nu urtimo vilei losa xiqeti adollei seu bogg bbeijjussssssssssssssssssssss

ass:biah rih eder tuma;51
luiz antunes
he he he he he he he he he

Quintas-séries disse...
Este comentário foi removido pelo autor.